HISTÓRICO DA ANEA

ANTECEDENTES

       A Associação Norteriograndense de Engenheiros Agrônomos – ANEA já ocupou lugar de destaque na Sociedade Potiguar, no entanto vivenciou um período de total ausência na representação dos interesses e discussões da categoria, ficando inclusive fora do sistema CREA / CONFEA.
Essa situação insatisfatória começou a ser discutida nos vários fóruns e eventos em que os Profissionais da Engenharia Agronômica participavam, tendo esse movimento ganhado força para finalmente provocar o inicio desta mudança.
Recomeçamos então nossa caminhada rumo ao fortalecimento da categoria, tendo a certeza de estarmos deixando a nossa contribuição a esse processo e preparando a ANEA para ocupar o seu lugar nos diversos espaços públicos de interesse dos Engenheiros(as) Agrônomos(as) deste estado.

TRANSIÇÃO ADMINISTRATIVA

       Em meados de junho de 2007 o grupo atual iniciou o processo de mobilização da categoria para definir que caminhos seguir para conseguir a representação no sistema CREA / CONFEA e nos demais espaços de interesse, para atender os anseios dos Profissionais da Engenharia Agronômica do RN. Este processo culminou com a convocação de uma Assembléia Geral na sede da Instituição que contou com ampla participação de profissionais e também com a Diretoria da ANEA, nesta Assembléia o presidente se retirou durante as discussões, mas a plenária debateu intensamente a situação da instituição e ao final elegeu uma junta governativa liderada por Marcilio Lima Rocha para conduzir o processo de transição na ANEA, isto em função de há mais de 12 anos que não se registravam as Atas de Eleições no Cartório de Títulos e Documentos o que tecnicamente deixava a ANEA sem Direção segundo o Código Civil, então desta forma era necessário uma Junta Governativa para conduzir o processo eleitoral e recompor os Conselhos de Administração e Fiscal, para que a instituição voltasse a ter vida efetiva. A comissão procedeu então aos levantamentos, contatos e articulações necessárias para realizar o processo eleitoral que culminou com a eleição do grupo que atualmente está à frente da ANEA e que tem como presidente Francisco Auricélio de Oliveira Costa, destacando dentro deste processo o papel de Almir Gomes Rosendo que contribuiu para que a ANEA garantisse a continuidade institucional.
       A Diretoria encontrou uma instituição paralisada, sem participação do seu quadro social e em situação muito difícil do ponto de vista administrativo financeiro, apresentando o seguinte quadro:
• Sede Social com débito de IPTU em 27/07/2006 de R$ 34.673,97 e como o imóvel prestes a ir a leilão, pois o débito já estava em avançada fase de execução judicial;
• Clube Social CLANEA com débito de IPTU e praticamente desativado;
• Declarações de imposto de renda e toda a situação fiscal da entidade com mais de 12 anos de atraso;
• Instituição fora do sistema CREA / CONFEA;
• Quadro Social desmobilizado;
• Estatuto desatualizado, sem atender ao novo Código Civil.
       Esta situação levou a Diretoria a realizar o planejamento institucional para traçar metas de superação destas dificuldades, sendo a principal prioridade a volta ao Sistema CREA / CONFEA, pois isto possibilitaria o retorno da vida institucional da ANEA.

RETORNO AO SISTEMA CREA / CONFEA

       A ANEA se afastou do Sistema CREA / CONFEA, deixando a instituição sem sentido prático, pois restava apenas a realização de festas comemorativas e entendemos que a categoria não pode se mobilizar apenas por essa bandeira, pois o mais importante são as discussões de interesse da categoria que normalmente são tratados dentro do sistema CREA / CONFEA, como por exemplo, as atribuições do Engenheiro Agrônomo que estão sendo alvo de questionamentos por outros profissionais, as vagas nos concursos públicos, que precisamos nos mobilizar para defender o nosso espaço, a pulverização do curriculum do curso de Engenharia Agronômica que enfraquece a nossa formação, enfim toda uma luta da classe que precisa de mobilização, organização e empenho de todos e todas, para poder alcançar resultados. Começamos então o processo para retornar ao sistema que se iniciou com a reforma e adequação do estatuto ao Código Civil, a regularização da situação fiscal da ANEA e o processo de retorno ao CREA-RN e ao CONFEA para podermos participar do sistema. Este processo foi lento e demorado, somente agora em janeiro de 2009 a ANEA reconquistou uma vaga no plenário do CREA, cumprindo assim a principal meta traçada pela Diretoria. Destacamos dentro desse processo o empenho de toda a Diretoria da ANEA, e do apoio que recebemos do CREA, em particular do presidente Adalberto Pessoa e do Superintendente Kalazans Bezerra que nos apoiaram em todas as fases do processo.

CONVÊNIO CREA

       Após o reingresso ao sistema, a ANEA pode finalmente firmar convênio com o CREA para organizar a categoria e divulgar a ART junto aos profissionais da Engenharia Agronômica, este convênio permitiu que a ANEA pudesse contratar uma estagiária, adquirisse um micro computador, custeio de pequenas despesas de funcionamento da entidade e desenvolvimento do site para melhorar a comunicação com os profissionais. Os recursos são da ordem de R$ 8.000,00 anuais em função de poucos Profissionais da Engenharia Agronômica indicar nas ART’s a ANEA como entidade de classe o que demonstra a pouca capacidade de organização da nossa categoria.